Folha distorce entrevista de Olavo de Carvalho

a liberdade não pode esperar

Folha distorce entrevista de Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho, filósofo (Reprodução)

Duas coisas são certas: Olavo de Carvalho conseguiu dar voz a um ressurgimento da direita no Brasil e que a Folha de São Paulo tem tendência para a esquerda.

Na última semana o filósofo foi entrevistado pela jornalista Isabel Fleck que deu a alcunha de “ideólogo de Bolsonaro”, fato que ele negou veementemente nas redes sociais. No entanto ele criticou a dita nova direita dizendo que esta é formada por “um bando de picaretas”.

Apesar de negar ser ideólogo de Bolsonaro afirma que votará nele por este ter um programa nacional enquanto os demais estariam engajados em agendas internacionais como João Doria que representa “o discurso multicultural da nova ordem global”, e Ciro Gomes (PDT), “já teve demonstração de apoio do Partido Comunista da China”.

Foram alvo de suas críticas também o MBL, mesmo tendo aplaudido suas ações como no boicote ao Queermuseu e a exposição conhecida por “peladão do MAM”. Segundo ele “é preciso encontrar o caminho pelo qual o Brasil possa deslizar por entre as malhas da dominação globalista e preservar um pouco da sua soberania, da sua identidade, da sua cultura”.

Críticas a reportagem

Mas Olavo não gostou da reportagem definindo esta como uma confirmação da definição de Mário Vargas Llosa: “O jornalismo é uma máquina na qual entra um homem e sai um hambúrguer”. Por este motivo ele publicou em sua página do Facebook um vídeo contendo a integralidade da entrevista, que demorou mais de duas horas.

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